terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Novo sistema de elevadores Multi

A ThyssenKrupp apresentou em Essen, na Alemanha, a nova tecnologia de elevadores Multi, que permite a incorporação de até 16 cabinas de elevador por poço, rodando em movimento único circular. O projeto foi desenvolvido com o objetivo de extinguir a limitação para a indústria da construção civil, que atualmente utiliza sistemas de eixos verticais com apenas uma cabina de elevador por poço.
O sistema Multi consiste na criação de motores lineares nas cabinas, e transforma os elevadores convencionais em sistemas verticais semelhantes aos do metrô. Além de aumentar a capacidade e a eficiência do transporte, reduzindo a ocupação de área útil e o consumo de energia nos edifícios, a nova tecnologia permitirá a elaboração de projetos arquitetônicos com alturas, formas e objetivos ilimitados.
As cabinas, que funcionam em movimento loop, terão velocidade-alvo de 5 metros por segundo, e o sistema permitirá o acesso a um elevador em cada 15 a 30 segundos, com uma parada para transferência a cada 50 metros. Apesar de a altura ideal para a implantação do sistema ser de 300 a 600 metros, seu uso é irrestrito e não depende de cabos. Com um sistema de trava multinível e transferência de energia indutiva do poço para a cabina, o Multi requer eixos de 6 m², o que acarretará economia de custos para a instalação.
O projeto da ThyssenKrupp conta ainda com materiais leves para as cabinas e portas, que reduzem em até 50% o peso da estrutura em relação aos modelos convencionais.
A previsão é de que um protótipo do sistema Multi entre em funcionamento até 2016, quando será feita a entrega de uma torre para testes em Rottweil, na Alemanha.

 
O que acharam? Me lembra o sistema de elevadores do filme A Fantástica Fábrica de Chocolates!

Fonte

Inclusão de arquitetura e engenharia como carreiras de Estado é aprovada pelo Senado

Bom dia.

No dia 05/11/2014, foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, por oito votos a favor e seis contra, o projeto que determina que engenheiros, arquitetos e agrônomos que ocupam cargos efetivos no serviço público poderão ter suas carreiras reconhecidas como essenciais e exclusivas de Estado. O texto seguirá para sanção presidencial.
De autoria do deputado José Chaves, o PLC 13/2013 é apoiado por entidades como o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) e a Associação Nacional dos Servidores Engenheiros(as), Arquitetos(as) e Agrônomos(as) do Poder Executivo Federal (ANSEAF), entre outras. A normativa anterior, prevista pela Constituição de 1998, define como carreiras típicas do Estado somente as de servidores das áreas jurídica, de auditoria e de gestão governamental.
Assim, com o novo projeto de lei, os profissionais de engenharia e arquitetura passariam a ter direito a garantias especiais contra a perda dos seus cargos, se forem servidores públicos estáveis. Para as entidades, "a inclusão de tais profissionais servidores públicos como carreira típica de Estado aumenta a segurança da sociedade em relação ao Estado, dificultando o desmonte de equipes técnicas como aconteceu no país nas últimas décadas. Esse desmonte teve como consequências a fragilização da cultura de planejamento do Estado, com que resultaram problemas como o agravamento da mobilidade urbana, os ''apagões'' do setor de energia, os ''gargalos'' da infraestrutura, o déficit habitacional e outros".
De acordo com o senador Romero Jucá, que apoia o projeto, o atesto de uma obra pública não pode ser feito por outra pessoa a não ser por um engenheiro definido para isso. "O que se está se reforçando aqui é o papel funcional, profissional de servidores que são extremamente importantes, mas que não têm o devido reconhecimento", disse.
O PLC 13/2013 teve o parecer favorável de Inácio Arruda (PCdoB-CE), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Benedito de Lira (PP-AL), além de Jucá. Votaram contra: Pedro Taques (PDT-MT), Eduardo Suplicy (PT-SP), Humberto Costa (PT-PE), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Paulo Paim (PT-RS) e Douglas Cintra (PTB-PE)

Então, o que acharam? Eu adorei a novidade e o reconhecimento.

Fonte


 

O quase desconhecido contrapiso autonivelante

Indicado para recuperação e nivelamento de bases de concreto, o sistema de contrapiso autonivelante foi desenvolvido na Europa na década de 1980. No Brasil, as primeiras utilizações do produto datam de 1990. Atualmente, empreendimentos comerciais, industriais e projetos de equipamentos urbanos - como o estádio do Maracanã - estão utilizando a solução. Mas apesar de seu uso em obras expressivas, o desconhecimento da tecnologia ainda é o maior fator impeditivo para a análise criteriosa do seu custo - benefício, o que tem freado a disseminação em larga escala.
Marcelo scandaroli
 Contrapiso autonivelante aplicado
Tecnologia autonivelante
O contrapiso autonivelante é um sistema composto por uma argamassa à base de cimento de alto desempenho, autoadensável, autonivelante, bombeável monocomponente e bastante fluida, de fácil aplicação. Em pisos de áreas internas e externas de tráfego moderado, cria uma superfície lisa, plana e de acabamento fino. Pode ser usado com sucesso para reabilitar, regularizar e nivelar contrapisos novos e antigos, desde que seja corretamente especificado e aplicado para essas finalidades. Particularmente, apresenta ótimos resultados em situações em que há alta exigência de planimetria, como garagens, estacionamentos, pátios e pisos industriais.

Fonte

Concurso Moradia Estudantil

A UNIFESP - Universidade Federal do Estado de São Paulo abre concurso para criação de moradia estudantil. Inscrições abertas até 30/01/2015 para o Concurso Público Nacional de Arquitetura que tem como objetivo a seleção da melhor proposta arquitetônica para Moradia Estudantil no Campus Osasco da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP. O programa prevê instalações para atender 320 estudantes, incluindo moradia, espaços de convivência e áreas de apoio. Mais informações no site oficial do concurso.
Cronograma
Inscrições: 17/11/2014 a 30/01/2015
Limite para entrega dos Trabalhos: 30/01/2015

Premiação
1º lugar: R$ 30.000,00 (trinta mil reais)
2º lugar: R$ 15.000,00 (quinze mil reais)
3º lugar: R$ 7.000,00 (sete mil reais)

Fonte

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Afinal, o que será do Minhocão?

Praça Marechal antes do Minhocão: ele não se integra com áreas de interesse urbanístico
Se você conhece São Paulo e já teve a oportunidade de passar pelo Elevado Costa e Silva, o infame Minhocão, certamente compreende que não se trata apenas de uma obra mal planejada, produto de um urbanismo ultrapassado que não deu atenção para a escala humana do cotidiano, para quem vive de fato nos bairros e caminha nas calçadas fora de um veículo motorizado particular.
É também uma cicatriz que enfeia e marginaliza a face central da cidade.
Fazendo a ligação entre a Praça Roosevelt e a Avenida Francisco Matarazzo, o elevado se estende por 3,4 quilômetros pelos quais passam 70 mil carros de segunda à sábado, das seis e meia da manhã até nove e meia da noite, segundo a CET.
Desde 1990, seu funcionamento é limitado por conta do barulho. Mas este é apenas um dos problemas causados pelo Minhocão para quem vive em seu entorno.
Construído em cerca de 14 meses, por 43 anos seu legado está associado com a degradação visual, a poluição e um déficit de qualidade de vida cujo custo só pode ser medido subjetivamente.
Ironicamente, o Minhocão foi dado de presente para a cidade no seu aniversário de 417 anos pelo então prefeito Paulo Maluf, em 1971, como uma solução bastante contestada para o trânsito no eixo leste-oeste.
Na época, nenhum dado técnico ou pesquisa foi feito para legitimar sua utilidade, mas no caminho dos carros ficou uma história de deterioração, cerca de três mil imóveis afetados pela desvalorização e a perda de alguns ícones de um período de ouro da cidade.
A Praça Marechal Deodoro, antes um projeto urbanístico belo, perdeu seu tamanho e importância por conta do Minhocão.
A Avenida São João, conhecida em um tempo passado, como a “Park Avenue” de São Paulo, e a Rua Amaral Gurgel, outra joia, também nunca mais foram as mesmas.
A boa notícia é que os dias do Minhocão estão contados. O Plano Diretor Estratégico (lei nº 16.050/14), sancionado pelo prefeito Fernando Haddad no final de julho, não vislumbra a data exata do aguardado óbito, mas prevê, em seu artigo 375, a criação de uma lei específica para a sua desativação progressiva para automóveis.
Contudo, resta a pergunta: o que será dele uma vez que isso acontecer? A questão foi abordada nas gestões anteriores de Luiza Erundina, Marta Suplicy, José Serra e Gilberto Kassab sem chegar a qualquer conclusão válida desde então.
Muitos querem simplesmente demoli-lo, mas outros, inspirados em projetos como a High Line de Nova York e o Bloomingdale Trail and Park de Chicago, pensam em aproveitar a estrutura do Minhocão para um parque elevado.
É algo inédito em São Paulo, que tem uma demanda por mais espaços de lazer, mas também é um projeto ousado.
O potencial de um parque para revitalizar a região tem sido um dos debates mais polêmicos desde a aprovação do plano.
“O Plano Diretor aponta para essa direção de mudar uma prática arraigada de valorização do espaço do automóvel. E a questão do Minhocão precisa ser tratada também nessa perspectiva do bairro que foi mais afetado por essa forma de planejar, que é o caso do bairro de Santa Cecília”, conta Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e vereador relator do novo Plano Diretor.
Para ele, a ideia de criar um ambiente de lazer bem planejado é a atraente quando sem pensa em termos de compensação por todos o impactos negativos já gerados pela obra.
“O Minhocão já está sendo resignificado pelo seu uso quando aos domingos o espaço é aberto para ciclistas e outras atividades de lazer e cultura, como o graffiti. Além disso, a estrutura mostra potencial para assimilar eventos e festivais como o Festival do Baixo Centro e o Carnaval. São Paulo tem uma carência de espaços de lazer”, explica o arquiteto, que junto a outros seis vereadores já apresentou para votação um projeto de lei para desativar completamente a obra em quatro anos, prevendo a construção de um parque na estrutura no final do processo.
“Fazer um parque faz sentido, porque ali já temos a Praça Roosevelt com a qual o Minhocão pode se juntar. Essa integração se daria em um miolo que não está virado para nada, as laterais de prédio e áreas não ocupadas poderiam se abrir para o parque. Sem dúvida haverá uma valorização, já que as fachadas cegas dos prédios poderiam agora virar para um parque ou uma praça. Essas conexões, sem dúvida nenhuma, trariam um ganho para a qualidade de vida”, afirma Bonduki.
Como ele, o também arquiteto Márcio Kogan, representante da Associação Parque Minhocão, acredita que o parque é uma ideia mais razoável e inclusiva frente à possibilidade de um demolição demorada que poderia trazer ainda mais transtorno para quem vive próximo.
“Como ligação o elevado não mostra tanta importância, a discussão é o nível de agressividade que a obra traz às pessoas que moram na região. Demolir seria ainda mais agressivo. O Minhocão já é um divisor social de águas, quando paramos para ver que de um lado temos bairros como Higienópolis e Água Branca e, caminhando mais um pouco na sua direção, do outro lado temos Campos Elíseos e Santa Cecília, onde tudo piora repentinamente. Jamais deixariam uma obra dessa no Jardim Europa”, conta Kogan.
“Um parque linear de mais de três quilômetros é uma ideia divertida e seria um marco no urbanismo paulistano. Hoje temos vários exemplos de cidades que desativaram os seus elevados. E não apenas a High Line de Nova York, mas também em Chicago, Boston, Paris e Seul. Mas não se trata apenas de plantar grama em cima do Minhocão, é preciso reurbanizar também o que está em baixo, no nível da rua. O parque é uma solução mista, melhoraria a qualidade de vida, mas também traria uma influência positiva para o centro expandido da cidade nos diversos pontos onde há cruzamentos”, defende Kogan.
O resgate pela demolição
De um ponto de vista funcional para a mobilidade urbana, o professor da FAU-USP Lúcio Gomes Machado concorda que o Minhocão não apresenta serventia para a cidade, mas não acredita que um parque na estrutura seria a melhor opção para revitalizar as áreas afetadas.
“Quando o Minhocão foi construído a Marginal sequer estava completa, então parecia óbvio fazer a ligação pela Francisco Matarazzo até a Radial Leste passando no meio da cidade. Hoje não faz sentido manter, pois ali não passa ônibus por cima e tem uma capacidade pequena para carros por conta da baixa velocidade”, explica ele em defesa da demolição.
“A região onde o Minhocão está é diferente da região da High Line, uma linha de ferrovia desativada que tangenciava a cidade em uma zona industrial. O projeto nova-iorquino atendeu uma demanda conforme a cidade se expandia em serviços e habitação de alta renda. É uma escala diferente da que você vê em relação à Avenida São João”, conta.
Machado aponta que uma eventual demolição traria o mesmo efeito de revalorização dos imóveis.
“O Minhocão não se integra plenamente com as áreas de maior interesse urbanístico como a Praça Marechal Deodoro, que poderia voltar a sua antiga grandeza. Há prédios ali de Rino Levi, Franz Heep e Samuel Roder, criadores renomados, que são marcos da arquitetura Art Déco e poderiam ser revitalizados também”, explica.
“A demolição traria uma nova vida até 200 metros de cada lado prejudicado pelo Minhocão, regiões decadentes que tornariam a ter valor e mais adensamento em um local bem servido de transporte e comércio. Além disso, por ser uma estrutura pré-fabricada apenas montada ali, seria uma demolição barata, que poderia render uma reciclagem nobre de materiais para que se façam obras de mobilidade na periferia da cidade”, afirma o professor da USP.
Propostas de uma reforma urbanística do Minhocão foram aceitos pela prefeitura durante a gestão de José Serra.
Em 2006, foi criado o Prêmio Prestes Maia de Urbanismo com o objetivo de colher projetos para a desativação.
O projeto (foto acima) dos arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz do escritório de arquitetura FGMF foi premiado e hoje é um dos modelos mais aceitos entre os que aprovam a demolição.
O conceito criado por eles prevê a recuperação da Praça Marechal Deodoro com um aproveitamento pequeno da estrutura do elevado para serviços públicos, como biblioteca e posto de saúde, em pontos onde não haja conflitos com o tecido urbano.
“Sou cético quanto a transformar em High Line, pois não encontra empregabilidade na nossa realidade. É um caso de sucesso, mas que interfere de forma diferente na cidade. O contato da High Line com o espaço público é eventual e não contínuo como no Minhocão. Pode-se embelezar a parte de cima com o parque, mas a parte de baixo dele continua em eterna sombra, mantendo o lugar escuro e barulhento. Como solução não cria uma cidade agradável no nível térreo”, conta o arquiteto Lourenço Gimenes.
“Mas apenas demolir não ensina, é preciso o manter viva a memória do que já foi tido como uma grande obra para a cidade. Em cinco ou seis pontos, onde não tenha ponto conflituoso com a cidade, pode-se manter parte da estrutura ao mesmo tempo em que se tem ventilação e iluminação. Aquilo que ficar pode dar lugar a um SESC, por exemplo, um equipamento recuperado e desejado do ponto de vista urbano”, explica ele.
No entanto, seja qual for o destino do Minhocão, a decisão cabe à população do entorno, que por quatro décadas sofreu com o elevado, aponta José Xaides, professor de Arquitetura e Urbanismo da UNESP.
“Por enquanto, não há estudos ou números que validem as duas soluções ou apontem seus impactos para a população e o fluxo de transporte da cidade. E talvez uma solução mista, entre parque e demolição parcial, possa ser melhor”, afirma ele.
“Quanto ao parque, logicamente que um projeto dessa natureza vai gerar aspectos negativos e positivos, pois dentro de um ponto de vista da mobilidade ele teria que ser pensado dentro de um conjunto de soluções alternativas para o fluxo que ocorre durante a semana. A desativação dessa maneira só pode ser progressiva e fruto de participação popular”, diz.
Xaides ressalta que o Plano Diretor não aponta uma solução definitiva, mas abre espaço para um processo mais dinâmico de consulta pública.
“Há várias motivações em jogo e compromissos jurídicos da gestão, mas não existe de fato uma educação urbanística dos paulistanos. Um exemplo é a reação pouco amigável à implantação das ciclovias na cidade, inclusive na região do Minhocão. A relação de causa e efeito de cada ação proposta para a prefeitura até agora é pouco conhecida em um sentido geral. A conscientização dos moradores deve ser feita para posicionar uma decisão correta e aprofundada. Não podemos corrigir uma decisão autoritária, que foi construir o Minhocão, com outra. O que essa gestão fez de vanguardista com o Plano Diretor foi aprimorar o processo democrático”, finaliza.
O minhocão funciona como área de lazer aos domingos e fecha para os carros.

Paulo Alves cria casulos de silêncio em biblioteca pública

Convidado a ambientar a biblioteca do Sesc Bom Retiro, em São Paulo, o arquiteto Paulo Alves se viu diante de um espaço ocioso sob a escada principal.
“Era necessário criar depósitos de apoio ali, mas roubei um trecho para embutir nichos na marcenaria. As células reclusas de leitura acabaram superdisputadas”, conta. Por dentro, o móvel se parece com uma espreguiçadeira de 0,60 x 1,80 m, na qual dá para esticar as pernas.
Além desses pontos de privacidade, o projeto oferece área livre e integrada, com mesas coletivas, que estimulam o convívio. “O lugar é aberto ao público – não precisa nem passar a carteirinha para entrar. Poder proporcionar um desenho democrático e de qualidade me seduziu.”

Designers transformam piscina em loja no Japão

Uma piscina que funcionou na década de 1970, dentro de um prédio residencial, virou uma loja conceito de roupas, em Tóquio, no Japão.
arquiteto Nobuo Araki, do escritório The Archetype, e o designer Hiroshi Fujiwara foram os responsáveis pela repaginada do ambiente, que abriga agora The Pool Aoyama, que vende artigos de moda náutica.
Para dar um ar mais inovador ao ambiente, eles mantiveram algumas características do local, como as escadas de metal instaladas na beirada e as barras laterais, e ainda cobriram o chão com vidro transparente, em referência à água, que um dia cobriu a piscina.
O estabelecimento fica em um bairro comercial da cidade e é propriedade de Fujiwara, conhecido como o avô do importante centro de moda chamado Harajuku.